# Definir um objectivo

Em breve perceberá que o trabalho do genealogista é exponencial e pode ir em todas as direcções.

Por isso, terá de estabelecer limites a si próprio se quiser fazer um trabalho de qualidade.

Os seguintes pontos são apenas exemplos de escolhas a fazer para delimitar um perímetro de investigação que pode ser alcançado numa vida inteira.

## Genealogia de quem?

Defina para quem será desenvolvida a genealogia:

- a sua;
- a da sua esposa;
- a da sua família, a começar pelos seus filhos ou netos;
- a de um parente próximo;
- a de um amigo.

## Quantas gerações para trás?

Defina o número de gerações a identificar :

- até aos bisavós;
- até à constituição da República;
- até à fundação de Portugal.

## Que ramos?

Defina os ramos a identificar:

- todos;
- apenas linhagem agnática, patrilinear;
- linhagem cognática, matrilinear.

<span data-darkreader-inline-color="" style="color: #9ac2f3; font-size: 2.8275em; font-weight: 400;">Quais descendentes?</span>

Defina de quais antepassados deseja identificar descendentes e primos :

- a partir do antepassado mais antigo encontrado;
- a partir dos bisavós;
- de todos os antepassados.

<span data-darkreader-inline-color="" style="color: #9ac2f3; font-size: 2.8275em; font-weight: 400;">Com que nível de detalhe?</span>

Defina o nível de detalhe a obter para cada indivíduo:

- de acordo com a sua geração;
- ter sistematicamente as fontes de todos os actos;
- apenas nascimentos, casamentos e óbitos;
- o máximo de eventos que conseguir descobrir.